As férias estão a ser uma valente merda.
Os meus planos para ir para um sítio chique com muita bebida, praia e gajas foram-se. Mas isso acho que nem é o pior.
As gajas às vezes conseguem ser mesmo mesmo mesmo chatas. Toda a merda acontece, há sempre qualquer coisa a acontecer. Não há um dia de sossego.
Nos últimos tempos a quantidade de coisas foi de tal forma grande, que começo a questionar todos os anos que já perdi com isto. Sinceramente não sei se quero continuar a perder mais.
Depois o cerco também aperta, e as coisas passam de conversas inocentes para um flirt descarado. Parece que têm um sensor qualquer que detecta estas coisas nos homens.
Acho que para mim neste momento a questão já nem é se quero, mas sim se vale a pena largar tudo por algo que me pode preencher uns tempos. Não me parece que seja a melhor coisa a fazer, porque anos são anos. Mas porra depois olho para o futuro e imagino os anos a acumularem e isto sempre a piorar.
Bem, algum dia será mesmo assim. Será de vez. Deve acontecer com toda a gente à medida que o tempo passa.
Engraçado que a instabilidade é tal que por momentos até parece estar tudo sobre rodas. A facilidade com que se vai do oito ao oitenta é característica, mas nos últimos tempos têm sido a coisa que mais aconteceu.
Às vezes também parece azar. Os astros devem estar desalinhados ou algo do género.
O peso do tempo é tão grande que me assusta.
Não sei se quero isto.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Meninas, qual o vosso dia preferido para ir ao ginásio?
É que o meu, à 2ª feira, está a abarrotar de gajas.
Bem boas por sinal.
Bem boas por sinal.
domingo, 8 de julho de 2012
Uma coisa tão banal que mesmo assim dá-me gozo
É um bocado teenager ou mesmo estúpido até. Até pode ser coisa mais de gaja.
Mas aquele momento em que vão com uma fêmea (bastante boa por sinal) e se cruzam com uma ex-namorada... é qualquer coisa ver a cara dela a mirar a minha acompanhante de alto a baixo.
Ah, e se essa ex vier acompanhada por irmã e pais...
O meu sorriso parvo e o "Olá, estás boa?" foram qualquer coisa digna de um filme rasca da TVI.
domingo, 1 de julho de 2012
Sobre o insucesso
Preferia mil vezes estar a escrever sobre o sucesso, sobre ter conseguido atingir algo importante.
O problema é que não basta querer e achar que tudo vai correr bem, é preciso trabalhar para isso.
Com isto não quero dizer que não trabalhei. Até acho que trabalhei o suficiente para tal. Mas não cheguei ao objectivo.
Há muitas maneiras para justificar o insucesso. Azar? Neste caso não sei. Talvez seja mesmo o filho da puta do karma.
Não houve nada exterior que me afectasse, nada de anormal que tenha acontecido, nada de negativo que pudesse desviar-me do meu caminho. E eu não saí do caminho, simplesmente não cheguei ao destino.
Agora há que pagar as consequências e assistir, em agonia, ao desmoronar de tanta coisa que me esforcei para conseguir. Acaba por ser um esforço em vão visto que falhei na recta final.
É uma merda mas para o ano há mais.
domingo, 10 de junho de 2012
A febre do Euro
Está aí mais um europeu de futebol.
Eu gosto de futebol e acompanho os jogos da selecção.
Não acompanho os mil e um directos que as televisões fazem e a cobertura exaustiva que se tornou moda com o Euro 2004. É coisa que me faz um bocado confusão, mas não critico porque é a maneira das TV's gerarem audiências.
Porém nestas coisas há sempre o típico tuga que se pode manifestar de duas formas:
- adora a selecção, o Ronaldo é o melhor do mundo e vamos ganhar o Europeu de certeza
- a selecção é uma merda, são uma cambada de putos mimados e todo o circo à volta da selecção é nojento.
Aos primeiros, digo o seguinte: acalmem a puta da passareca. É bonito ver as pessoas a apoiarem a equipa do seu país mas assim parecem aqueles lampiões irritantes de quem eu não gosto. Ah, e eu sou também lampião.
Aos segundos, que vão à merda. Acompanham o circo porque querem, ninguém vos obriga a estar em frente à TV. Putos mimados? Pois são. Queria ver como é que vocês seriam a ganhar o que eles ganham. Deviam ser cá uns humildes a limpar para cima de 200 mil ao mês... ui. Em relação à equipa não prestar, os vossos clubes também fazem figuras tristes mas sou do X até morrer. Coerência, porra.
E ainda há aqueles que era bom era perderem os jogos todos e vinham já para casa eheheh sim porque isso iria certamente melhorar o vosso nível de vida e iriam sentir-se realizados profissionalmente e etc. Isso deve mesmo trazer um grande impacto à vossa vida pessoal.
Portanto o meu conselho é o seguinte: vistam a camisola, convidem os amigos, encham o frigorífico de cervejas, vejam o jogo, divirtam-se e o que será, será. Não entrem nas vertentes de adoração ou do ódio...
P.S.: E para os homens (e algumas mulheres). Há tanta mulher nas bancadas... acho que a Dinamarca está a ganhar neste momento. Tinha as melhores gajas! Aguardo a entrada da Suécia em campo.
Eu gosto de futebol e acompanho os jogos da selecção.
Não acompanho os mil e um directos que as televisões fazem e a cobertura exaustiva que se tornou moda com o Euro 2004. É coisa que me faz um bocado confusão, mas não critico porque é a maneira das TV's gerarem audiências.
Porém nestas coisas há sempre o típico tuga que se pode manifestar de duas formas:
- adora a selecção, o Ronaldo é o melhor do mundo e vamos ganhar o Europeu de certeza
- a selecção é uma merda, são uma cambada de putos mimados e todo o circo à volta da selecção é nojento.
Aos primeiros, digo o seguinte: acalmem a puta da passareca. É bonito ver as pessoas a apoiarem a equipa do seu país mas assim parecem aqueles lampiões irritantes de quem eu não gosto. Ah, e eu sou também lampião.
Aos segundos, que vão à merda. Acompanham o circo porque querem, ninguém vos obriga a estar em frente à TV. Putos mimados? Pois são. Queria ver como é que vocês seriam a ganhar o que eles ganham. Deviam ser cá uns humildes a limpar para cima de 200 mil ao mês... ui. Em relação à equipa não prestar, os vossos clubes também fazem figuras tristes mas sou do X até morrer. Coerência, porra.
E ainda há aqueles que era bom era perderem os jogos todos e vinham já para casa eheheh sim porque isso iria certamente melhorar o vosso nível de vida e iriam sentir-se realizados profissionalmente e etc. Isso deve mesmo trazer um grande impacto à vossa vida pessoal.
Portanto o meu conselho é o seguinte: vistam a camisola, convidem os amigos, encham o frigorífico de cervejas, vejam o jogo, divirtam-se e o que será, será. Não entrem nas vertentes de adoração ou do ódio...
P.S.: E para os homens (e algumas mulheres). Há tanta mulher nas bancadas... acho que a Dinamarca está a ganhar neste momento. Tinha as melhores gajas! Aguardo a entrada da Suécia em campo.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Quando aquilo que fazem no dia a dia...
... está dependente do trabalho de outros. E quando esses outros são burros que nem uma porta e fazem com que vocês estejam sempre a alterar o que fizeram.
Isto de estar dependente de terceiros é coisa que não me assiste.
Parece que estou preparado para a vida profissional. Já levo muitos anos em situações deste tipo.
Isto de estar dependente de terceiros é coisa que não me assiste.
Parece que estou preparado para a vida profissional. Já levo muitos anos em situações deste tipo.
terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Estudantes, ou seja, aqueles que só querem copos e drogas e sexo e rock'n'roll
Amanhã é a bênção de finalistas em Lisboa.
Ainda não é a minha vez.
Ontem voltava de uma noite de trabalho na faculdade com um amigo com quem praticamente partilhei os últimos anos de vida, não só de estudante, mas como pessoal. É um daqueles do grupo com quem vamos de férias, para os copos ou para uma simples futebolada. E também colega de escolinha.
Ele vai acabar agora o curso. E na viagem de volta para casa, tantas vezes repetida ao longo dos últimos anos e onde falamos essencialmente de gajas, ele sai-se com esta: "Acreditas que agora que está a chegar ao fim e ponho-me a pensar em toda a merda que já fiz... fico com um medo do caraças do que está para vir?".
A mim ainda falta um bocado (não muito) para chegar ao fim, mas fiquei a pensar no que ele me disse e em outras conversas do género que tenho com outras pessoas. É que agora, na posição em que estou/estamos, olhamos 2 anos para a frente e não faço a mínima ideia do que me espera. Quando era mais novo era diferente, quando escolhi o que estudar, etc, já sabia que dali a X anos estaria na faculdade se tudo corresse normalmente. Agora, o que é o normal? É capaz de ser o futuro mais escuro que todos enfrentamos na nossa vida. A escola, nossa principal ocupação, acaba. O trabalho, há-de vir. Onde, em que circunstâncias, com que pessoas, há trabalho?
Este meu amigo dizia-me que nunca tinha tido tantas coisas indefinidas à sua frente. E com esta conversa arrastou-me um bocado para a posição dele. E isso assusta-me um bocado.
Detesto fazer planos a longo prazo. E agora no futuro campo profissional não vou poder planear praticamente nada. Não me vou lamentar de faltas de emprego e etc, mas é uma verdadeira roleta russa o futuro de qualquer jovem na nossa faixa etária. É uma altura da vida (ui que experiente que sou) muito peculiar, onde ninguém nos vai guiar nem ninguém vai decidir nada por nós. Mas se tantos a ultrapassaram sem problemas, eu e os meus amigos também o faremos certamente.
Eu conduzia e ele falava praticamente sozinho, mas sabendo que eu o estava a ouvir. E estava, aquilo fazia eco dentro da minha cabeça... Vai haver gente que provavelmente nunca mais vou ver, mas estes são os que ficam para a vida.
É uma espécie de homenagem a este companheiro, que vai certamente ficar para a vida. Grande abraço.
Edit. Agora pus-me a ouvir músicas maricas e nostálgicas, oh que caralho. Tenho de trabalhar porra!
Ainda não é a minha vez.
Ontem voltava de uma noite de trabalho na faculdade com um amigo com quem praticamente partilhei os últimos anos de vida, não só de estudante, mas como pessoal. É um daqueles do grupo com quem vamos de férias, para os copos ou para uma simples futebolada. E também colega de escolinha.
Ele vai acabar agora o curso. E na viagem de volta para casa, tantas vezes repetida ao longo dos últimos anos e onde falamos essencialmente de gajas, ele sai-se com esta: "Acreditas que agora que está a chegar ao fim e ponho-me a pensar em toda a merda que já fiz... fico com um medo do caraças do que está para vir?".
A mim ainda falta um bocado (não muito) para chegar ao fim, mas fiquei a pensar no que ele me disse e em outras conversas do género que tenho com outras pessoas. É que agora, na posição em que estou/estamos, olhamos 2 anos para a frente e não faço a mínima ideia do que me espera. Quando era mais novo era diferente, quando escolhi o que estudar, etc, já sabia que dali a X anos estaria na faculdade se tudo corresse normalmente. Agora, o que é o normal? É capaz de ser o futuro mais escuro que todos enfrentamos na nossa vida. A escola, nossa principal ocupação, acaba. O trabalho, há-de vir. Onde, em que circunstâncias, com que pessoas, há trabalho?
Este meu amigo dizia-me que nunca tinha tido tantas coisas indefinidas à sua frente. E com esta conversa arrastou-me um bocado para a posição dele. E isso assusta-me um bocado.
Detesto fazer planos a longo prazo. E agora no futuro campo profissional não vou poder planear praticamente nada. Não me vou lamentar de faltas de emprego e etc, mas é uma verdadeira roleta russa o futuro de qualquer jovem na nossa faixa etária. É uma altura da vida (ui que experiente que sou) muito peculiar, onde ninguém nos vai guiar nem ninguém vai decidir nada por nós. Mas se tantos a ultrapassaram sem problemas, eu e os meus amigos também o faremos certamente.
Eu conduzia e ele falava praticamente sozinho, mas sabendo que eu o estava a ouvir. E estava, aquilo fazia eco dentro da minha cabeça... Vai haver gente que provavelmente nunca mais vou ver, mas estes são os que ficam para a vida.
É uma espécie de homenagem a este companheiro, que vai certamente ficar para a vida. Grande abraço.
Edit. Agora pus-me a ouvir músicas maricas e nostálgicas, oh que caralho. Tenho de trabalhar porra!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Este calor
Dá-me vontade de sair de casa e ir para a má vida.
Mas não, gosto mesmo é de estar no quarto a trabalhar.
A trabalhar.
Mas não, gosto mesmo é de estar no quarto a trabalhar.
A trabalhar.
sábado, 12 de maio de 2012
3 de seguida
Cafés. E são ainda só 17h30. Já vejo tudo às quadrículas. Tipo células de Excel. Não sei porquê...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Rita Pereira
Acho que muita gente (incluindo homens) preferiam ver-me em tronco nu do que tu toda descascada na Playboy.
Ah espera.... descascada.
Ah espera.... descascada.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Aquele artigo do Sol sobre os homossexuais
Deve ter sido escrito com os pés.
Os homossexuais são homossexuais porque gostam de pessoas do mesmo sexo. Não é por serem comunistas, hippies, ou andarem a fumar umas cenas fixes e a dizer não à guerra do Vietname.
Só faltava terem escrito que os gays são todos do Benfica para se revoltarem contra o sistema de corrupção do futebol português.
Um abraço aos gays do Benfica, temos uma paixão em comum.
Os homossexuais são homossexuais porque gostam de pessoas do mesmo sexo. Não é por serem comunistas, hippies, ou andarem a fumar umas cenas fixes e a dizer não à guerra do Vietname.
Só faltava terem escrito que os gays são todos do Benfica para se revoltarem contra o sistema de corrupção do futebol português.
Um abraço aos gays do Benfica, temos uma paixão em comum.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Um post sobre stress
Vida de estudante é uma vida feita de picos de trabalho. Acho que agora estou num pico bem alto, se bem que mais baixo que o Evereste.
Nestas alturas não consigo dormir, sonho com o trabalho, deito-me muito cansado e a pensar óptimo, hoje vou conseguir adormecer num instante e também é num instante que esse sono se transforma em preocupação e ansiedade, em voltas e mais voltas na cama, e às vezes em idas à sala para me sentar no sofá, sem ligar a televisão sequer.
Tento manter para mim mesmo o discurso bem disposto do género foda-se Don não sejas ridículo, tanta merda pior que te poderia estar a acontecer e estás preocupado por causa disto? Mas sinceramente não anda a resultar. E normalmente as coisas correm-me bem quando não me preocupo muito com elas.
Consumo litros de café durante o dia e de vez em quando até fumo um cigarrinho, coisa que não é mesmo nada normal em mim. Não é coisa que me fascine, mas às vezes cravo aos meus colegas. Hoje a parvoíce foi tanta que comprei um maço e aqui estou, em casa, com um balde enorme de café ao lado e prestes a acender um cigarro no final deste post. Tipo aquele escritor que acaba de escrever qualquer coisa na máquina de escrever, encosta-se para trás na cadeira e acende o cigarro. Não que os meus posts tenham qualquer qualidade literária.
Estou ansioso que chegue 2ª feira para poder respirar um bocado e largar todos estes maus hábitos que há em mim nestas alturas.
Sou por norma bastante calmo por fora, mas por dentro tenho uma 3ª guerra mundial a acontecer, e adivinhem... os maus estão a ganhar.
Nestas alturas não consigo dormir, sonho com o trabalho, deito-me muito cansado e a pensar óptimo, hoje vou conseguir adormecer num instante e também é num instante que esse sono se transforma em preocupação e ansiedade, em voltas e mais voltas na cama, e às vezes em idas à sala para me sentar no sofá, sem ligar a televisão sequer.
Tento manter para mim mesmo o discurso bem disposto do género foda-se Don não sejas ridículo, tanta merda pior que te poderia estar a acontecer e estás preocupado por causa disto? Mas sinceramente não anda a resultar. E normalmente as coisas correm-me bem quando não me preocupo muito com elas.
Consumo litros de café durante o dia e de vez em quando até fumo um cigarrinho, coisa que não é mesmo nada normal em mim. Não é coisa que me fascine, mas às vezes cravo aos meus colegas. Hoje a parvoíce foi tanta que comprei um maço e aqui estou, em casa, com um balde enorme de café ao lado e prestes a acender um cigarro no final deste post. Tipo aquele escritor que acaba de escrever qualquer coisa na máquina de escrever, encosta-se para trás na cadeira e acende o cigarro. Não que os meus posts tenham qualquer qualidade literária.
Estou ansioso que chegue 2ª feira para poder respirar um bocado e largar todos estes maus hábitos que há em mim nestas alturas.
Sou por norma bastante calmo por fora, mas por dentro tenho uma 3ª guerra mundial a acontecer, e adivinhem... os maus estão a ganhar.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Porquê uma ausência tão longa, Don?
Eu bem tentei lançar-me aos posts assim que começou a 5ª temporada de Mad Men, mas devido a alguns acontecimentos na minha vida não o consegui fazer.
E o que aconteceu, Don?
Sinceramente, nada de especial. Andei com a cabeça noutras coisas.
A escolinha, as miúdas (ah seu malandro), dois fins-de-semana de férias, tive de cortar as unhas (neste teclado escrever sem ter as unhas cortadas é um desafio, pareço o Wolverine).
Como podem ver continuo também sem nada de concreto para dizer e muita merda para escrever.
E o que aconteceu, Don?
Sinceramente, nada de especial. Andei com a cabeça noutras coisas.
A escolinha, as miúdas (ah seu malandro), dois fins-de-semana de férias, tive de cortar as unhas (neste teclado escrever sem ter as unhas cortadas é um desafio, pareço o Wolverine).
Como podem ver continuo também sem nada de concreto para dizer e muita merda para escrever.
Também queria pedir...
... desculpa às jovens que me enviaram e-mails durante estes meses todos que estive sem meter cá os pés.
Foram tantas, até custa a acreditar.
Foram tantas, até custa a acreditar.
Depois deste fim de semana de Páscoa...
... já não é só um Mad Man a postar. São 2 ou 3. Afinal de contas, comi o suficiente para alimentar 3 pessoas.
Vá, confessem os vossos pecados. A minha barriga ressuscitou ao terceiro dia.
Vá, confessem os vossos pecados. A minha barriga ressuscitou ao terceiro dia.
terça-feira, 13 de março de 2012
Um colega meu...
... vai ser pai.
E resolveu partilhar connosco que Não é muito difícil, basta deixar ficar mais um bocadinho lá dentro.
Obrigado.
E resolveu partilhar connosco que Não é muito difícil, basta deixar ficar mais um bocadinho lá dentro.
Obrigado.
Já não escrevia nada há muito tempo
Nem é hoje que vou escrever. Fiz log in só porque sim.
Estou cheio de trabalho.
Estou cheio de trabalho.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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